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A NFL saindo da idade da pedra

Este post do Derrick Harris mostra que há uma tendência crescente de que os times de futebol americano da NFL estão cada vez mais contratando estatísticos, e que finalmente estão “tirando o atraso” em relação as outras ligas como a NBA ou a MLB.

Para quem assistiu o filme Moneyball e conhece os bastidores do futebol aqui no Brasil sabe que o processo de seleção dos times e remuneração de atletas é um tema espinhoso no qual sempre o “instinto” acaba prevalecendo sobre os aspectos técnicos e de custo e benefício.

Essa declaração abaixo da reportagem deixa o tema ainda mais interessante, no que diz respeito a seleção dos atletas no Draft:

As one anonymous source put it when discussing the difficulty of evaluating players before the NFL draft: “At the end of the day, the tape is going to be our first choice. They have to look good on film.”

His point and those of others with whom Battista spoke are fair. For example:

  • Offensive line play can be difficult to gauge because the line is a five-person unit designed to work well together, not as a collection of individuals.
  • How do you statistically assess a middle linebacker who doesn’t make a lot of tackles but who’s always in the mix and disrupting the offense?
  • When it comes to calling plays, there might be limited data on any given situation (e.g., a particular down and distance to go from a particular spot on the field), and the outcomes might be very much influenced by the players on the field in each of those prior situations.

Para quem deseja saber mais sobre a intersecção entre esportes e mineração de dados, basta consultar a resenha do livro Sports Data Mining que foi realizado aqui.

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